Tudo isso aos olhos da Semar/SE e Adema, que tem feito vistas grossas para a agroindústria canavieira, como se fosse conivente
No município, o poder público municipal tem agido, ainda que de forma incipiente, mas acima da média da intervenção nos demais atingidos pelo avanço da atividade canavieira, as margens de rios, desmatando áreas de preservação permanente, sem preservação de corpos hídricos e sem outurga pelo uso da água.
A presença da atividade canavieira, além de prejudicar a agricultura familiar, a policultura, a apicultura com a diminuição de área verde própria para a reprodução das abelhas, está sepultando a cobertura natural, como verifica-se na localidade as margens da rodovia entre o acesso ao Prata e ao povoado Sapucaia.
Segundo Bertolt Brecht, "a omissão é o peso morto da história", e no tocante as ações dos órgãos ambientais, como Adema (estadual) e Ibama (federal), estes não tem sido apenas omisso, mas diante da gravidade que o caso em tela situa, sendo coniventes, o que carece uma pressão mais incisiva da sociedade.
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